quarta-feira, 30 de julho de 2008
Para papai.
À noite o vinho.
Lá fora o branco.
Um cheiro seco de um tempo outro.
As árvores dançam agora
Lá fora suave
Melodia morna
O frio que faz.
Lembro-me de menina nas pontas dos pés
A bailar com o meu papai (cheiro verde de pinho italiano)
Ele dizia:
"Neve só é bom no primeiro dia, depois bate aquela tristeza."
Da alma.
Ah papai como é bonita a neve!
Menina.
quinta-feira, 24 de julho de 2008
O Branco.
sexta-feira, 27 de junho de 2008
um vinho por favor...
segunda-feira, 16 de junho de 2008
Yago.

Seu Zé fazendeiro
Um cavalo bonito daqueles tinha.
Caiu no poço profundo
O cavalo bonito daqueles
Seu Zé fazendeiro Yago sacrificar ia.
E joga terra no poço (fundo).
Terra
E mais terra
Yago balançando se ia
A terra esvaía
Pro chão
E mais terra.
Ao fim do dia
Yago jazia
Deitado na relva
Coração alado
Da terra subiu Yago pra nunca mais desistir de sua vida de cavalo.
(Para aquele que tem nome de meu irmão).
Que fala da morte.
Pro vento.
A mais bonita.
domingo, 8 de junho de 2008
quarta-feira, 21 de maio de 2008
Gestalt.
quarta-feira, 7 de maio de 2008
Sangue.
Mãe Dô. (DIA DAS MÃES).

Mãe Dô chegô
Sorrindo em flô
Esparramando amô
Seja pra quem fô.
Mãe Dô veio de longe
Veio lá de Aruanda
Veio do Norte e todo o canto
Com ternura
E a tarefa prometida
De falá do amô e da alegria.
Veio trabalhá Mãe Dô.
Foi lá
Foi aqui
Foi dizê ao povo todo
que esse negócio de purtuguês correto
Esses nome dificíl
Importa não fio.
Importa mesmo é o amô
Que Mãe Dô cantô
Na beira do rio
Em noite de lua cheia.
Que fala do amor.
Pensamentos do dia.
sábado, 19 de abril de 2008
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