quarta-feira, 9 de abril de 2008


To tao sem chinelos.

(dedicado a falecida Rosana Delaor).

quarta-feira, 12 de março de 2008

COM VOCÊS,INDONÉSIA.




















































Em Singapura chiclete é como maconha. Proibido mesmo. Multa de alguns mil sing dolar.
Em Singapura não se come durian no metrô. Multa de 500 sing dolar.

Durian.


Durian é uma fruta com gosto de jaca que cheira a vômito estragado.
Eca.
E famosa na Asia.

Tiago(Thiago) I.


Quando lembro da luz e da paz, lembro do amor, daí eu penso no meu querido São Francisco de Assis.
(Para então pensar no meu irmão que me apresentou apaixonadamente meu Santinho tão amado!).

Tiago(Thiago) II.


Irmão, aqui tudo me lembra você.
Por isso te digo: Esteve conosco nessa viagem em todas as aventuras, igualzinho Indiana Jones.

Tiago(Thiago) III.


Vulgo: Pequeno príncipe.

Firmeza.


Da tribo de Manasés
Doze mil.
Que venham todas as forças
Sejam elas contrarias ao mau
Do alto dos montes
Ao fundo do mar
Que todas as tribos se tornem uma.
Pedras!

frutas diferentes.


Rambutan foi eleita a melhor fruta da Asia.
Mangostin a mais gostosa.
Por mim.

Pretty woman.


O melhor drink de Bali para moçoilas.

O MUNDO VAI ACABAR.
Quem conhece Capela sabe dessas coisas.
O dilúvio dará lugar novamente às terras antigas da Lemúria, e Atlântida está por vir.
Brasil é terra Santa(Amazônia)
Salve-se quem puder.
Os que tem amor hão de se salvar.



Meu amor se encontra ao longe.
Virou um peixe.
Um peixe crescido e barbudo.

Bali.


Indonésia
Amnésia
No frenesi pacífico do meu corção.

Transformação.


Voltarei totalmente mudada.
Tudo mudou em mim.

Gotas de Orvalho I.


Gostas de orvalho
Gentis
Delicadas
Sensíveis.
Pela manhã é sempre assim em Prawanang Island
A natureza me recebe
Maravilhosamente bem
Com gotículas salientes e rechonchudas
De orvalho
Enquanto eu penso na vida
Defronte ao mar claro.

Gotas de orvalho II.


As gotas de orvalho
Nas terras do arroz
Bebida do arroz
Numa ilha que meu Deus!
E ainda tem gente que não acredita nele...

Esse amor e esse medo desesperador do mar!
Eu nunca fui filha de Iemanjá.
No olho mais antigo
O sofrimento firme
De um espírito da quarta raça
Atrás da janela
Alma inconformada
À espera de redenção
De um povo mais sutil
Mais alegre
De um povo como o do Brasil.

sábado, 23 de fevereiro de 2008

O começo.














Caramanchão ou deserto.

No embalo
Ao encontro
Dos braços de uma mãe.
Cada segundo (uma mãe)
A te abandonar nos braços.
Odeio ter que me despedir.
De mim.

Singapura.

No toque do sorriso
Monotonia intocada
No oriente existe um país de brinquedo.
É aqui em Singapura.

Minha artista.

No vermelho da cortina, me vejo (inquieta). Ansiosa pelo palco (menina). Espero o momento certo de ser a artista que eu sempre quis(pé no chão, grito e flor no cabelo.).

Aqui, do outro lado do mundo.


Acoisa mais legal de Singapura, é a Jojô.

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

Nostalgia.


Vejo o tempo todo a imagem de minha mãe cortando cebola na cozinha. Parava e dizia: "Vai minha filhinha. Vai conhecer a sua liberdade. Mamãe tá aqui tá?
Mas vai, e não deixe de ir..."

domingo, 17 de fevereiro de 2008

A safira ou Valentine,s day ...parte 3.


O homem japa suava como um porquinho tenro tailandes. Deu nojinho. Gesticulava com as mãos atarracadas e gordinhas: "BY SAFIRA!" Berrava o porquinho, ops! quer dizer o homenzinho sussurrando e os olhos arregalados.


A essa hora já tinhamos descoberto que era feriado de Buda e bastava pegar um tuk tuk e o homem era religiosamente obrigado a nos seguir e nos levar de graça o dia inteiro pra onde quisermos.


O japa Thai dizia: "By gold! By cheap! Then sell five times more!"

Eu, puta, já estava meio de saco cheio daquela voz voz anasalada, e de ter que traduzir aquelas babozeiras todas pro Dani, que bendito seja o meu marido , não fala a porra do inglês (ô linguinha sem arte, sem vida, sem nada).

O sol era quente, o cérebro meio que derretia um pouco de verdade, e o japa man falando sem parar nos meus ouvidos, voziferando, me chuvendo perdigotos com restos mortais de pork nodles pad thai- Repito: puta da minha vida, o viado nos convenceu pelo cansaço. Nos despedimos do pseudo- anão thai com um namastê equivocado budista-ele sorria-dentes podres.Feliz.

Fomos a tal loja foda com safiras produzidas pela escravidão tailandesa, comprar pedras e ouro e ficar ricos no Brasil. Dizia o meu amigo invisível: "Vai , mas saiba que não veio para isso. Voltarás de mãos vazias.Este não é o teu caminho." Fingi que não ouvi, naquele momento eu queria ficar rica. A ganância falou mais alto.

Na tal loja, falei da tal safira e uma tal mulher misteriosa e japa(claro) disse: "Come with me". Dani me olhou forte com um ar de perigo e "fudeu", senti um meio tesão estranho de estar fazendo algo proibido. Fomos.

No esconderijo:

1-O cartão não passava. Problema de limite.

2-Ligamos pro Brasil. Aumentar o limite.

3-O cartão não passava.

4-O clima foi ficando tenso.

5-O cartão não passava.

6-Já passava das 17h. Ia escurecer.

7- A japa nos pressionava. Daniel calmo. Aliviado por não entender a japinha que falava o inglês pegajoso.

8-Tentamos pegar no caixa. Travou.

9-Encarei a japa e disse: "Today is Buda holiday. Those safiras are not our destiny.Let me go in peace."

10-El;a me olhou séria e puta da vida dela: "Goodbye Karla."


Do lado de fora, fim de tarde, o tuk tuk nos esperava dormindo, dormindo, sorriu acordando e disse: "Where now?"

Eu disse: "Home".

Andando pelas ruas mais tarde sentindo a briza quente de cheiro agridoce das barracas, olhamos Bangkok e gargalhamos felizes.

Dani disse: Sua gananciosinha de merda!"

- É você seu ambicioso puto!

- É você..

-Não você...Não...

-Você...

-Você

-você....

No aviao...


22 horas dentro de um aviao...
E claro que eu tive uma crise nervosa de Paris pra Bangkok...
Trata-se de claustrofobia.
E ainda nao cessei as perguntas.
E ainda nao sei o que vim fazer no oriente.

Aviao.

trago em mim o sentimento faceiro de estar vivendo meu destino alado.

desculpas...

desculpas sinceras...
aqui nao tem acento...
ao retornar concerto o que tem de ser concertado.