Mae.Pai.
Este recado e pra voces.
Amanha, dia 13 de Janeiro havera a minha iniciacao.
Penso em vcs a todo momento.
Nos estamos bem.
Eu vos amo, e vos agradeco por terem me escolhido e acolhido.
Em seu ventre.
Karla.
domingo, 11 de janeiro de 2009
quinta-feira, 18 de dezembro de 2008
domingo, 14 de dezembro de 2008
Alma no caminho.

Aqui começa a história de uma aprendiz do nada.
Uma aspirante a discípula do nada.
Uma alma no caminho da morte do ego. Que é nada.
Eu acredito em nada.
Porque não acredito em um tudo que não existe.
O que existe vem de todo o universo cósmico seja ele qual for.
Física quântica e seus algarismos matemáticos (se é que quantum precisa de números e poesia para ser decifrado). Quem disse poesia?
A apometria do bem.
NAMASTÊ.
Alma no caminho.
Uma aspirante a discípula do nada.
Uma alma no caminho da morte do ego. Que é nada.
Eu acredito em nada.
Porque não acredito em um tudo que não existe.
O que existe vem de todo o universo cósmico seja ele qual for.
Física quântica e seus algarismos matemáticos (se é que quantum precisa de números e poesia para ser decifrado). Quem disse poesia?
A apometria do bem.
NAMASTÊ.
Alma no caminho.
Vida e morte de uma aprendiz.

Numa chuva que faz que cai como essa cujo barulho, som, movimento qualquer que seja. Diáfano.
No andar último como quem se despede de si e nasce de novo. Indizível.
Sozinha, ninguém viu o grande automóvel jorrar sarcástico, vingativo a poça de restos fecais de uma cidade abjeta e confusa, toda inteira (líquido pútrido) em mim. Quem não tem restos fecais pútridos que jogue a primeira merda. Ninguém me viu molhada, escurrassada por um homem cansado demais das minhas ladainhas mortais de excesso de amar.
Nenhuma alma viva nessa cidade transbordando de gente muda e vesga me viu chorar pela mesma liberdade de sempre. Outra.
Ninguém enxergou a minha morte.
Olho algum presenciou no choro de Oxum o meu renascimento frio e sincero, o grito e o prazer de ser jogada de lado. Uma mulher jogada de lado.
Hoje, no choro do céu, meu coração sangrou.
Lá se vai mais uma decepção a dobrar a esquina altiva de si.
O amor verdadeiro paira no ar e teima não pousar por aqui.
No andar último como quem se despede de si e nasce de novo. Indizível.
Sozinha, ninguém viu o grande automóvel jorrar sarcástico, vingativo a poça de restos fecais de uma cidade abjeta e confusa, toda inteira (líquido pútrido) em mim. Quem não tem restos fecais pútridos que jogue a primeira merda. Ninguém me viu molhada, escurrassada por um homem cansado demais das minhas ladainhas mortais de excesso de amar.
Nenhuma alma viva nessa cidade transbordando de gente muda e vesga me viu chorar pela mesma liberdade de sempre. Outra.
Ninguém enxergou a minha morte.
Olho algum presenciou no choro de Oxum o meu renascimento frio e sincero, o grito e o prazer de ser jogada de lado. Uma mulher jogada de lado.
Hoje, no choro do céu, meu coração sangrou.
Lá se vai mais uma decepção a dobrar a esquina altiva de si.
O amor verdadeiro paira no ar e teima não pousar por aqui.
sexta-feira, 5 de dezembro de 2008
sexta-feira, 28 de novembro de 2008
terça-feira, 25 de novembro de 2008
O (re)começo.
segunda-feira, 24 de novembro de 2008
Memória celular.
Transmutação e abertura de novos portais.

Me parecia que, ao encontrar a resposta, o movimento integral negativo cessava. Não. Estamos condicionados aos movimentos mortiços da realidade 3D.
Ouçam-me!
O mundo da nova terra há de chegar. Descondicionem-se!
E aprendam a decodificar o histórico cravado em nossa memória celular. desde o início dos tempos.
Rumo a terras sagradas, outra vez, em busca desse algo indizível que se chama LIBERDADE.
terça-feira, 30 de setembro de 2008
quinta-feira, 4 de setembro de 2008
terça-feira, 12 de agosto de 2008
Uma outra personalidade de infância.

Eu sempre quis ser um alfinete.
Alfinete e não agulha.
Daqueles bojudos na ponta.
Verde.
Porque sempre dizia mamãe:
"Mais difícil do que achar agulha no palheiro"
Mas eu quis ser achada.
Pensava comigo: que tipo de pessoa-agulha se perde no palheiro e fica sozinha, vagando entre linhas e dedais- procurando ser encontrada. Escohida.
Com o afinete é diferente. Cada um tem sua cor.
Por isso eu sempre quis ser alfinete.
Daqueles que vovó usava pra fazer a bainha de um novo vestido.
quarta-feira, 30 de julho de 2008
Lista pro começo.
É a imagem de seus olhos.
Tento decifrar.
Na quietude da madrugada eu te desejei:
1.Preparar comidinhas em tua nova cozinha.
2.Dançar sozinha (copo de vinho na mão) no meio da sala-Descompassadamente.
3. Acender incensos para perfumar (xô urucubaca!)
4. Transar em todos os cômodos (open house)
5. Mais música (desejo que tenha uma vitrola e um LP da Nina ao vivo)
7. Ter apelidos ( cantinho; cafofo;palácio)
6. Receber as pessoas mais queridas (e verdadeiras pra não confundir a energia do cantinho)
8. Num dia de trabalho árduo, ao abrir a porta, sentir o cheiro e a sensação de um lar. O seu.
9. Trazer presentes toda vez que voltar de um novo lugar. Pra enfeitar.
10. Curtir a solidão no término de um livro.
Foi quando adormeci outra vez ao lado de meu par, no meu lar....
desejando-te que....
Para papai.
À noite o vinho.
Lá fora o branco.
Um cheiro seco de um tempo outro.
As árvores dançam agora
Lá fora suave
Melodia morna
O frio que faz.
Lembro-me de menina nas pontas dos pés
A bailar com o meu papai (cheiro verde de pinho italiano)
Ele dizia:
"Neve só é bom no primeiro dia, depois bate aquela tristeza."
Da alma.
Ah papai como é bonita a neve!
Menina.
quinta-feira, 24 de julho de 2008
O Branco.
sexta-feira, 27 de junho de 2008
um vinho por favor...
segunda-feira, 16 de junho de 2008
Yago.

Seu Zé fazendeiro
Um cavalo bonito daqueles tinha.
Caiu no poço profundo
O cavalo bonito daqueles
Seu Zé fazendeiro Yago sacrificar ia.
E joga terra no poço (fundo).
Terra
E mais terra
Yago balançando se ia
A terra esvaía
Pro chão
E mais terra.
Ao fim do dia
Yago jazia
Deitado na relva
Coração alado
Da terra subiu Yago pra nunca mais desistir de sua vida de cavalo.
(Para aquele que tem nome de meu irmão).
Que fala da morte.
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